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56ª Feira do Livro de Porto Alegre
 

31.10.2009

Emoção pouca é bobagem

 “Da pracinha Getúlio Vargas à praça da Alfândega: uma trajetória de sucesso que nos orgulha. Ao vizinho e companheiro de travessuras nossos sinceros parabéns. Rudigar Teixeira e família”.

Carlos Urbim, parabéns por esta conquista! O Rio Grande amanheceu orgulhoso. Fabiano Volcato”

Querido amigo, querido patrono, fiquei feliz com a indicação do teu nome. Já desconfiei, torci, botei um incenso e deu certo. Boa sorte, merda - como dizemos nós. Beijo, Eva Sopher”

`Meu amigo Carlos Urbim talvez não lembres mais de mim, mas já tomaste café preto com bolinho frito sentado na porta da minha casa, ali em Viamão, na Vila Jardim Lisboa. Recebe um forte abraço do Airton e da Rosa. Parabéns pela indicação de patrono, tu mereces”.

O melhor de ser patrono é se empanturrar de carinhos.

Aí acima estão quatro exemplos. Rudigar e seus irmãos brincavam comigo lá em Santana do Livramento. Fabiano, filho do Flávio e da Ana, conheci quando era pequeno, agora tem a idade dos meus filhos, entre 28 e 30 anos. Dona Eva é um ícone da cultura rio-grandense. Airton e Rosa me serviram os sonhos mais gostosos, quando morávamos na periferia de Viamão.

O ruim de ser patrono é chorar a toda hora.

Quando meu nome foi revelado, o Sérgio, dono do restaurante Rei do Mocotó, mandou fazer um banner com a foto em que Luís Ventura registrou o momento de Charles Kiefer me entregar o belo troféu, uma escultura de Tenius. Bem na frente do Rei, primeira quadra da Coronel Bordini, há a Pastelaria El Cuervo, do Eduardo, castelhano de Montevidéu, cartunista. Ele encheu a casa de convidados para servir pastéis e me entregar uma placa de prata. Ser patrono é virar celebridade paroquial nos arredores da Avenida América, onde moro há 21 anos.

  

 

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